lunes, 24 de septiembre de 2012

Menina da 11 anos ganha 40 mil Reais por Desenvolver uma App

Uma garota americana de somente 11 anos ganhou uma competição promovida pela operadora AT&T que tinha como objetivo desencorajar motoristas a enviar SMS enquanto dirigem.
O projeto realizado chama Rode Dog e consiste em uma espécie de rede social em que o grupo de pessoas, escolhido pelo usuário, monitora um ao outro.  Isso ocorre graças a integração que o app tem co o GPS do smartphone. A partir das informações de localização e de velocidade, o aplicativo emitirá uma notificação para todos os participantes da rede do usuário, que poderão enviar mensagens irritantes ao infrator.
O aplicativo está sendo desenvolvido em conjunto com David Grau, um designer americano, e deve ser lançado para iPhone e para a plataforma Android ainda neste ano. De acordo com Victoria, o aplicativo será monetizado a partir da compra de novos ruídos.
O Rode Dog ainda não esta a venda, mas conta com um site que cadastra usuários interessados em receberem informações sobre o futuro app. Assim podemos perceber a nova profissão e desenvolvedor de aplicativos tem futuro no mercado profissional.

“Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano”

O texto de Lúcia Santaella, “Da cultura das mídias à cibercultura”, aborda o desenvolvimento recente das tecnologias da informação, focando na chamada cultura das mídias, e nas suas diferenças em relação à cultura de massa e à cultura ciber-cultura.
Para começar, vamos descrever como Lúcia Santaella vê os meios de comunicação: Ela os vê como simples canais de transmissão de informação, discordando assim McLuhan, onde para ele o meio é a mensagem. Santaella, porém, divide a cultura em seis eras, que si diferenciam pelo suporte da mensagem: cultura oral, cultura escrita, cultura impressa, cultura de massa, cultura das mídias e cultura digital.
Essa divisão não é necessariamente algo linear, onde acaba uma era e começa outra, mas sim um sistema acumulativo, no qual uma nova era interage com a anterior, assim adaptando-se as duas eras.
A cultura de mídias pode ser resumida como uma customização da cultura de massas, porque transformou as mensagens iguais desta em mensagens voltadas para a diversidade e a segmentação de público, e também nessa era iniciou-se o processo de hibridização de meios e mensagens, a convergência e as narrativas transmidiáticas da cultura digital.
Portanto, podemos cocluir que hoje estamos em na era da Ciber-cultura, uma mistura da era atual com a era anterior, onde caracteriza-se pela convergência das mídias, por exemplo o aparelho cellular, onde só em um gadget podemos ter acesso a vários outros instrumentos (GPS, camera, MP3, etc…) e pelo poder de interação que o consumidor tem, como por exemplo o poder de produzir conteúdo nos meios de comunicação.


martes, 18 de septiembre de 2012

O que um Bom Discurso Pode Custar

Talvez seria bom que o Facebook coloque o  Mark Zuckerberg para  pronunciarse mais regularmente. Uma aparição de 30 minutos numa conferência da indústria de tecnologia nesta semana significou em um valor de 6,785 bilhões de dólares a mais no valor de mercado da Rede Social.

"A ação do Facebook fechou nesta sexta-feira com alta de 6,2 por cento a 22 dólares, à medida que a confiança de Wall Street na companhia continuou a melhorar após a primeira aparição pública do presidente de 28 anos de idade após uma tumultuada oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) em maio.
O progresso da rede social em implementar um novo serviço publicitário que oferece a anunciantes maneiras melhores para alcançar consumidores no Facebook também ajudaram a elevar suas ações, dizem analistas."

No mundo que vivemos hoje onde a tecnologia significa muito, as vezes um simples ato de um discurso, como são feitos desde que o mundo se iniciou, pode gerar um apelo de confiança. A internet esta presente em todos os lugares, mas ainda não é vista com confiança.

Melhor que Possuir - Kevin Kelly

Primeiramente, o que vou falar hoje vai ser um comentário do texto “Melhor que Possuir” de Kevin Kelly (http://piseagrama.org/artigo/143/melhor-que-possuir/)
Hoje vamos falar um pouco da internet, de como a internet é vista hoje em dia pelos usuários. A Web é um bem comum a todas da sociedade, não existe um dono, e ninguém que possa te cobrar para usa-la (você só paga o acesso a ela). A Web esta disponível para qualquer pessoa 24 horas por dia, os 7 dias na semana, sendo que todos os usuários põem conteúdo sem filtro nenhum, desde besteiras até conteúdos culturais. A partir desse dado, o autor do texto diz que é muito provável que num futuro próximo nenhum de nos possuamos música, filmes, livros, etc. Em vez disso, vamos ter acesso imediato a todas as musicas, a todos os filmes e a todos os livros, é só pagar uma taxa de aluguel por esse serviço. E ai que entra a questão, será que somos donos do livro que vemos na internet? Pagando ou não por este serviço?
Kevin Kelly diz que para algumas pessoas esse tipo de acesso instantâneo e universal é melhor do que possuir os bens comuns, assim o individuo não tem que cuidar, catalogar nem conservar o material. Porém, outras pessoas dizem que não conseguem ser donas de algo intangível, que para ser donos de algo o material tem que ser tangível como por exemplo uma bolsa.
No texto “Melhor que Possuir” nos dá um exemplo muito bem explicado de como funcionaria esse aluguel de bens não tangíveis. Seria a compra de um bem material só que coletivamente. Existem diversos sites na internet, onde é possível comprar um avião, bolsa, carro, com muitas pessoas que tem o mesmo interesse que você. Depois que arrecadarem o dinheiro suficiente para comprar o bem de consumo, cada proprietário tem direito de usar o carro, avião, bolsa, uma certa quantidade de horas, repartidamente igual a todos os proprietários. Na internet isso fica muito mais fácil, porque com um filme só, podemos alugar o mesmo para diversos usuários, e não só para uma pessoa.
Assim, Kevin Kelly, defende a ideia do acesso a esses materiais pela internet. O acesso para ele é mais importante que a propriedade ou a posse do material, isto pelo fato de sair mais barato (por estar dividindo o custo com tosos os outros usuários) e pela facilidade de possuir o que quisermos na hora que quisermos.

lunes, 10 de septiembre de 2012

Burguer King - Xissss


Já que estamos falando de interatividade com o receptor, nada melhor do que destacar a campanha que a Ogilvy fez para a lanchonete Burguer King.

O briefing era destacar que o Burguer King faz o hambúrguer do seu jeito, do jeito que você pediu, diferentemente do seu maior concorrente McDonalds's que o hambúrguer já tem a receita pronta. 

Para isso, instalaram uma câmera escondida em um BK de São Paulo, e que tirava uma foto escondida quando o cliente estava fazendo o pedido. Quando o hambúrguer estava pronto, o mesmo era entregue ao consumidor com uma foto sua estampado no papel que o envolve, mostrando que o hambúrguer é somente do cliente, e de mais ninguém, do jeito que a pessoa gosta.

Dá para ver na reação das pessoas que a ação foi muito bem sucedida. Confiram no vídeo.




domingo, 9 de septiembre de 2012

Realidade Aumentada



Realidade aumentada, o que é isso? Um conjunto de palavras que cada vez é mais comum no nosso vocabulário., aparece na TV, nos pacotes de produtos, em banners, mas será que realmente sabemos o que é Realidade Aumentada,

Realidade Aumentada é algo simples de entender, basicamente é uma mistura de informações virtuais com informações do mundo real, assim fazendo com que o espectador vivencie algo inovador.  Um dos exemplos mais conhecidos é o uso do QR Code, é aquele “novo código de barras” que graças ao uso da câmera (sempre em quando conectada à internet) você consegue ver na tela do seu celular algo que não existe na vida real, mas inserido no cenário real. Este é um exemplo básico, e muito usado atualmente, mas a Realidade Aumentada (RA) pode muito mais. O mesmo QR Code pode conter informações do produto, ou até mesmo te direcionar para o Hot Site da marca, ou etc.



Exemplo de QR Code



Vendo e pesquisando sobre Realidade Aumentada, meu professor da faculdade falou sobre um site chamado layar.com/ , é algo muito inovador que não conhecia até então. Layar é um aplicativo para smartphones que coloca informações digitais no mundo real. Ao baixar o aplicativo, você pode buscar diversos itens do seu interesse. Por exemplo, se você precisa ir a uma drogaria, digite no campo de busca e uma camada com localização das drogarias mais próximas aparece na tela. Para que isso seja possível, o aplicativo utiliza a câmera do aparelho. As informações são exibidas de acordo com a direção para qual você aponta a câmera, mostrando o que está por perto. É possível ver localização e até informações sobre preço e resenhas. 
Assim como farmácia, tem para diversos tipos de busca, como para restaurantes, pontos de onibus, taxi, etc.


Um vídeo explicativo de como funciona este incrível aplicativo